Governador Wellington Dias é destaque desta semana na Revista VEJA

Wellington analisa a conjuntura política e social do país e fala sobre os números da pandemia no Brasil

16 de julho de 2021, às 14:00 | Editoria de Política

A Revista Veja, de circulação nacional, traz em sua edição desta semana uma entrevista com o governador do Piauí, Wellington Dias. Presidente do Consórcio Nordeste, o governador foi destaque das famosas páginas amarelas da revista. Na oportunidade, o petista analisa a conjuntura política e social do país e se mostra animado com a possibilidade de candidatura do ex-presidente Lula, de quem é muito próximo.

Wellington Dias tem se destacado nacionalmente como um governador atuante por ser o líder do Fórum dos Governadores no Brasil na temática da vacinação contra a COVID-19. Na entrevista ressalta que a pandemia têm sido uma tragédia.

“O Brasil tem 2,7% da população mundial e já alcançou mais de 13% o número de óbitos do mundo. O Brasil tem cerca de quatro vezes mais óbitos do que a proporção de sua população. É uma tragédia. Não seguir a ciência levou a esta tragédia”, disse o governador em entrevista à Veja.

Sobre a economia brasileira, ressalta que a política economia pregada pelo Governo Federal precisa ser revista, pois além de estar dependendo demais de Commodities, as relações internacionais têm sido estragadas por declarações inadequadas.

“Na área econômica, não é possível acreditar apenas no livre mercado. Há necessidade de ter um plano, uma presença forte do governo estimulando o setor privado para que a gente tenha chance. O país dependendo das commodities muito mais que antes. Commodities que, sob o ponto de vista econômico, geram crescimento, mas não muito emprego e renda. Também estamos estragando nossas relações internacionais, metendo-nos o tempo assuntos impróprios”, ressaltou o presidente do Consórcio Nordeste.

Já sobre as eleições presidenciais de 2022, Dias aponta o ex-presidente Lula como um líder com as características que o país precisa para sair do cenário atual. 

“Lula se coloca como uma alternativa pela sua reconhecida capacidade de dialogar, ouvir e tolerar. Há a necessidade de alguém com experiência democrática, alguém empenhado em fortalecer as instituições que foram atingidas nesse período. Há a necessidade de criar uma política de pacificação do país, aliada a um plano que possa fortalecer a economia, gerar emprego e renda”, explicou Wellington Dias.