AGEPEN diz que prisão de policial penal em Picos-PI foi uma armação

Ele acusa o diretor do presídio de ter armado a prisão após o servidor ter denunciado irregularidades no estabelecimento penal

13 de maio de 2022, às 08:00 | Editoria de Polícia

Marcos Paulo Furtado, presidente da AGEPEN (Associação dos Policiais Penais do Estado do Piauí), convesou com o Portal GP1, após a prisão de um policial penal acusado de torturar e estuprar detentas da Penitenciária Feminina de Picos.

Ele acusa o diretor do presídio de ter armado a prisão após o servidor ter denunciado irregularidades no estabelecimento penal. 

Marcos Paulo disse ainda que Danilo Hipólito Monteiro não cumpre as exigências legais para exercer o cargo, fato denunciado pelo policial preso, além de outras denúncias que foram formalizadas acompanhadas de imagens, fotos, vídeos e dossiês.

O presiodente da AGEPEN afirmou que o plano foi arquitetado com a detenta que foi coagida através de uma assistente social a gravar um vídeo afirmando que foi assediada pelo policial penal que já trabalha há muito tempo e a denúncia só foi feita após a divulgação das irregularidades envolvendo o diretor.

Marcos Paulo afirmou categoricamente que não houve tortura e que muitas vezes, para controlar determinadas situações, é preciso o uso moderado e prgressivo da força, métodos não letais, previstos em lei.

Em relação as denúncias feitas contra o diretor do presídio, não foi aberto processo adminstrativo para apurar o caso.

O OUTRO LADO

A produção do Portal Douglas Cordeiro não conseguiu contato com o Secretário de Justiça e não localizou o Diretor do Presídio para falarem das acusações. O espaço está aberto para suas defesas.

Marcos Paulo Furtado, presidente da AGEPEN / FOTO: Portal GP1


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